quinta-feira, 18 de setembro de 2014

MOSAICO - Banquinho de Meditação - Vórtice da Criação

Três pessoas me enviaram mensagens fazendo perguntas sobre o banquinho de meditação, como se usa, e outras informações sobre ele. Pelo jeito há muitas pessoas que nunca haviam visto ou ouvido falar sobre um banquinho de meditação. Então fizemos essas fotos que mostram melhor que mil palavras.
Pastilhas de vidro, azulejo, millefiori, ouro 24 quilates e a lua é de pastilha de madrepérola.





















MOSAICO - BASE PARA UM GRANDE ELEFANTE

Bem, minha amiga tem esse elefante desde que a filha, hoje casada, era pequenininha. Algo havia acontecido à base onde o elefante pisa, que quebrou-se. Tentaram concertá-lo à época e ali foi colocado um feltro bege, que já estava aos farrapos e impregnado de poeira. Ela pediu, então, que eu fizesse ali um mosaico, mas com alguma limitação sobre escolha de cores, que deveriam ser predominantemente beges. Nunca havia feito um mosaico dessa forma para alguém, apenas criado com as cores com as quais eu me sinto mais à vontade. Portanto, saí fora da minha zona de conforto. No final, nem tanto bege, nem tanto o que estava acostumada a usar. Realizado em 2011










MOSAICO - UM VASO COM CORAÇÃO

Depois da Mesa Astrológica, senti necessidade de fazer algo simples, e quis testar vidrotil sobre vidro. Em maio de 2011 fiz Um Vaso com Coração








MOSAICO - MESA ASTROLÓGICA

Bem, definitivamente quero transformar este blog em um lugar onde tudo que brota de minhas aquarianas "janelas" de casa 12 possam se expressar por aqui. Então, pretendo colocar também meus mosaicos, que são prosa e poema em forma de tecelas. Vamos ao primeiro:

Meu primeiro mosaico, realizado em 2010, auto-didata, com a coragem da ignorância. Usei pastilhas de vidro diversas, metalizadas, azuejo, pastilhas de madrepérolas. Diâmetro: 1 metro e 20cm.





















sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Casamento




O dia amanheceu dentro de mim como uma certeza de possibilidades infinitas: Nascemos para ousar! Há dentro de mim um entusiasmo líquido que me flui por artérias e veias e que rodopia em espirais dentro de minhas células. Há essa Fonte que jorra uma abundância de Espírito e que fica mantrando : Cole em Mim e vá! Há essa Voz que segue desempacotando presentes inestimáveis. Mais uma vez o corpo físico recoberto apenas pela camisola de renda branca sobre o corpo nu. Retirando de cima do veículo todo e qualquer adereço/máscara, quero ser para Mim meu maior presente. Quero compatibilizar o olhar do corpo com a Substância Lúcida da qual fui/sou plasmada. Eu Sou o Caminho, a Cura, a Cor e a Qualidade do meu Sonho Vivo! Agora não há paredes, distância entre Este Pulsar e a imagem corporal que ele emite. “Cole em Mim e vá!”

Sonhei que estava em um campo, em uma região alta, nas montanhas, e que do Céu desciam seres pendurados em capuchinhos de flores emborcados para baixo, à moda de paraquedas. Havia como que triângulos de asas-delta nestes capuchinhos  onde eles se seguravam. Centenas, milhares deles desciam espiralando, espiralando.... Eles vinham, brotavam do Céu Infinito. Cavalos brancos, livres e intocados atravessavam correndo um rio de águas cristalinas com suas crinas voando junto com a explosão das águas! Havia um galpão onde se dava um casamento. De todos os cantos tinham vindo convidados para a celebração. Ali havia representantes de todas as raças e egrégoras, “gente” proveniente de muitos sistemas, seres fisicamente muito diferentes, mas que me pareciam completamente aguardados e familiares. Eles traziam consigo os presentes dos Reis Magos. Algo em Mim casava-se naquela cerimônia. A efetivação das bodas seguiu seu curso, a respiração profundamente sincronizada, as bênçãos derramadas trazendo todo o sistema para um ponto de afinação mais alto. Silêncio.

‘Acordei’, saí da cama acompanhada, repleta dessa desconcertante simplicidade, secreta consumação irradiante que sussurra: “Não existe limite! Cole em Mim e vá!“ Em toda parte, testemunhas e mensageiros e a inesgotável troca de informações.  O Conhecimento Em Rede ora se setoriza, ora mergulha profundo no vasto Mar. Há um convite e há uma escolha. Vitor já passou o café. Lá de cima ele diz: ‘Bom dia Maria’. Eu digo, ‘Bom Dia!’ 


Maria Helena
11 de Fevereiro de 2012